segunda-feira, 8 de julho de 2013

CURSO DE MEDICINA EM UMUARAMA

Anunciado pela presidente Dilma Roussef dentre os 60 novos municípios brasileiros a serem contemplados com o curso de Medicina, Umuarama já estava nessa luta há alguns anos. De acordo com o deputado federal e vice-líder do Governo na Câmara, Osmar Serraglio, desde a sua criação, a Universidade Paranaense – Unipar teve sua proposta institucional aprovada pelo Ministério da Educação (MEC), na qual previa a instalação do curso de Medicina.
No entanto, segundo o parlamentar havia uma política de dificultar a criação de novas vagas, o que fez com que a Unipar discutisse na Justiça, indo até o Superior Tribunal de Justiça, o seu direito de criar o curso, mas teve a oposição ferrenha do MEC. “Hoje, como o país sofre as consequências o Governo tem uma nova visão e autoriza o curso para Umuarama. Enfim recebemos o reconhecimento e teremos o direito de formar médicos aqui”, disse Serraglio.
Recentemente, mais precisamente no mês de junho de 2013 durante audiência pública para tratar da contratação de médicos e de diversos outros assuntos da saúde pública, Dr. Osmar voltou a insistir com o ministro Alexandre Padilha sobre a necessidade da criação do curso de Medicina de Umuarama, pondo um ponto final ao assunto, conforme noticiado na página da Unipar na internet (http://www.unipar.br/noticias/2013/06/14/dr-ormar-insiste-com-ministro-sobre-curso-de-medicina-para-umuarama/).
Deputado Osmar Serraglio com o Ministro Alexandre Padilha em Junho quando insistiu na autorização para criação de Medicina para Umuarama.

O deputado fez questão de ressaltar o empenho e a luta que a Unipar travou durante todos esses anos no intuito de poder oferecer para a comunidade regional e para o Paraná o Curso de Medicina. “Além do significado para a saúde de uma cidade que é polo regional e referência estadual no setor, o ganho cultural e a autoestima que isso vai significar. Pela importância de todo esse contexto a Unipar e seus dirigentes estão de parabéns”, disse o deputado.
“É uma pena que as consequências de todo esse período só serão reparadas com dez anos ou mais, em razão do tempo que leva para formar um profissional e introduzi-lo ao mercado de trabalho, mas sempre há tempo para reparar”, encerrou Dr. Osmar. Na nova versão o aluno terá que trabalhar dois anos no SUS para se formar, elevando para oito anos a duração do mesmo.